A nova legislação transformou o setor de segurança eletrônica do Brasil. Mais de 20 mil empresas precisam se adequar agora. A maioria ainda não começou.
O SOE-26 é um sistema desenvolvido por quem conhece o setor há mais de 30 anos: ele transforma as obrigações legais em POPs práticos, checklists operacionais e documentos prontos para auditoria. Não é uma consultoria cara nem um sistema genérico que não entende o seu negócio. É a solução exata para o problema exato que você tem.
Essas não são projeções. São o texto da lei. Veja onde sua empresa está exposta agora.
A PF vai exigir POPs documentados, auditáveis e com histórico de versões para conceder a autorização de funcionamento. Sem isso, sua empresa não existe legalmente.
A lei criou três novas funções regulamentadas: Supervisor de Monitoramento, Operador de Sistema Eletrônico e Técnico Externo. Sua empresa precisa tê-los documentados, vinculados e com responsabilidades definidas.
Cada evento, alarme, disparo e ação tomada pela sua equipe precisa ser registrado, datado e auditável. Planilha não serve. Anotação em papel não serve.
Cada operador age de um jeito. Cada turno resolve diferente. Sem procedimentos padrão, sua empresa não escala e não prova conformidade em caso de incidente.
Sem processos documentados, o responsável técnico e o sócio-gestor respondem pessoalmente por qualquer incidente. A lei foi clara: responsabilidade civil está sobre quem não pode provar que agiu corretamente.
Desenvolvido por especialistas com três décadas de atuação no setor de segurança privada, o SOE-26 não é um sistema genérico de gestão. É uma plataforma construída para resolver exatamente os problemas do seu negócio.
"Criamos o SOE-26 porque conhecemos o setor por dentro. Sabemos onde estão os riscos, como funciona uma central de monitoramento às 3h da manhã e o que um fiscal da Polícia Federal vai pedir quando chegar na sua porta."
Do problema ao procedimento — em minutos, não em semanas.
O SOE-26 traduz as exigências legais em POPs prontos, com linguagem operacional clara. Sua empresa passa a ter os documentos necessários para obter a autorização da Polícia Federal e enfrentar qualquer auditoria sem improviso.
Com procedimentos claros, rastreáveis e registrados, gestores e operadores têm cobertura técnica em caso de questionamentos judiciais ou fiscalizações. A responsabilidade está protegida por documentação — não por promessa verbal.
Da abertura de um evento de alarme ao escalonamento e encerramento da ocorrência, cada etapa da sua central ganha um checklist padronizado. Menos erro humano, mais rastreabilidade e um atendimento que passa a ter padrão profissional.
POPs organizados em checklist tornam o treinamento de novos operadores mais rápido e consistente. Quando sua empresa crescer, os procedimentos já estão prontos para replicar — sem depender da memória de ninguém.
Cada módulo do SOE-26 foi construído a partir de uma obrigação real da Lei 14.967/2024.
Procedimentos Operacionais Padrão prontos para qualquer processo: abertura de evento, disparo de alarme, violação de perímetro. Auditáveis, versionados e assinados digitalmente.
Cada operador sabe exatamente o que fazer. Cada supervisor valida. O sistema registra quem fez o quê, quando e como — gerando evidência automática de conformidade.
Lançamento de dados por turno, ocorrência ou rotina. Cada evento vira um registro estruturado, rastreável e exportável. Fim da operação invisível.
O sistema define exatamente o que fazer quando algo sai do padrão. Quem acionar, em quanto tempo, com qual evidência. Erro de procedimento deixa de ser uma questão de sorte.
Painéis de desempenho para gestores. Relatórios exportáveis para a Polícia Federal, clientes corporativos e auditorias internas. Transparência vira argumento de venda.
Cada procedimento gerado referencia as normas técnicas aplicáveis. Seu processo não é apenas funcional — é defensável juridicamente.
Cada operação da sua central coberta por um procedimento técnico documentado.
Se sua operação usa câmeras, alarmes, cerca elétrica, controle de acesso ou IA — você precisa do SOE-26.
Empresas de segurança eletrônica que precisam se adequar para obter autorização da PF e comprovar processos documentados.
Que querem padronizar operações, reduzir riscos jurídicos e ganhar credibilidade com clientes corporativos.
Incluídos expressamente na lei — precisam de documentação e conformidade como qualquer empresa do setor.
Operações que precisam provar rastreabilidade de cada acesso e cada decisão tomada remotamente.
Quem documenta os processos agora chega na frente. Quem espera o decreto publicado vai disputar atenção com 20 mil concorrentes tentando se adequar ao mesmo tempo. A conformidade proativa é mais barata, mais rápida e mais estratégica do que a reativa.
Sua empresa ainda opera sem autorização formal da PF? Com a Lei 14.967/2024, isso é ilegalidade. O SOE-26 é o caminho mais direto para regularizar sua operação com documentação técnica robusta e processo auditável.
Sim. A lei exige que empresas de monitoramento eletrônico comprovem processos formalizados para obter a autorização de funcionamento da Polícia Federal. Sem essa documentação, a empresa não pode operar legalmente. O SOE-26 entrega exatamente o que é necessário para essa comprovação.
Sim. A lei não distingue porte — qualquer empresa que ofereça monitoramento eletrônico como serviço está sujeita às mesmas exigências, incluindo capital social mínimo, profissionais habilitados e processos documentados. O SOE-26 foi pensado justamente para pequenas e médias centrais que não têm estrutura jurídica ou consultiva interna.
Não, e é importante ser claro sobre isso. O SOE-26 é um sistema operacional e documental — ele entrega os POPs, checklists e relatórios que a lei exige, mas não emite pareceres jurídicos. Para questões legais específicas, recomendamos sempre o acompanhamento de um advogado especializado em segurança privada.
Com o SOE-26, é possível gerar POPs completos e padronizados em minutos — não em semanas. O sistema já está estruturado com as obrigações da lei convertidas em procedimentos prontos para uso. Sua equipe começa a aplicar os checklists no mesmo dia.
As penalidades da Lei 14.967/2024 incluem multas significativas, suspensão das atividades e, em casos de operação com uso de armas sem autorização, responsabilização criminal. Além disso, empresas sem o certificado da Polícia Federal ficam impedidas de assinar novos contratos com clientes que exijam conformidade legal — o que representa perda direta de receita.
Cadastre seu interesse agora. Nossa equipe entra em contato para uma demonstração personalizada — sem compromisso, sem papo de vendedor.